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    Já adiantamos, nossa pretensão não é responder a essa pergunta. Antes, vamos refletir, discutir, no estilo bate-papo mesmo, sabe? Muito se debate ainda sobre a relevância da presença institucional no universo on-line. E quando a gente diz presença, não significa ter um perfil no Facebook, canal no YouTube ou vai saber o quê. “Presença” no sentido de “se fazer presente”, estreitar a relação com seus diversos públicos.

    As pessoas – e as empresas – tendem a enxergar a internet semelhante a um universo paralelo, o mundo invertido de Stranger Things. Mais ou menos como se nossas ações nesse ambiente tivessem implicações mínimas ou mesmo nulas na chamada “vida real”. Afinal, o que define real? O palpável? O pensamento, então, é fruto restrito de nossa imaginação, não existe de fato? Bom, antes de entrarmos num looping maluco de raciocínio aleatório, voltamos à terra firme.

    O advento da internet democratizou o acesso à informação e pluralizou as vozes. Na mídia tradicional, afora casos bastante específicos, o feedback acontece de maneira bem generalista e impessoal, porque nos deparamos com consumidores codificados em tabelas cheias de gráficos. Agora, a relação é próxima – embora, às vezes, distante do ponto de vista geográfico –, pessoal e personalizada. As marcas se deram conta de que é necessário humanizar, movimento paradoxal numa realidade com tecnologia tão presente. Estamos saturados do contato robótico e sujeitos que agem como tal. Queremos atenção e, sobretudo, afetividade.

    Muitas instituições e também empresas de comunicação ainda não acreditam no poder das redes. Vamos pensar diferente: somos seres essencialmente sociais. O mundo digital aproxima, mas também segmenta: os algoritmos tentam nos entender por completo para gerar engajamento. O problema reside justamente nesse ponto. Jogamos a diversidade cada vez mais à margem. Enxergamos só aquilo que nos interessa – ao sujeito presente.

    Voltando ao nosso assunto central após essa digressão, persistem ainda poucas dúvidas com relação às mudanças vividas hoje. As barreiras entre virtual, digital e “mundo real” se dissiparão. Tudo, na verdade, é uma coisa só. Lembra que a gente comentou lá no início do texto sobre o “universo paralelo” da internet? Pois bem, meu amiguinho, isso vai mudar. De perto, parecem coisas diferentes. Se distancie um pouquinho: é tudo parte da mesma coisa. Antes em paralelo, o “mundo real” e a “internet” se aproximam, se fundem: on e off se retroalimentam. O foco verdadeiro não se concentra nas redes sociais, e sim nas relações entre as pessoas. Importa como as pessoas se relacionam – entre si e com as marcas. Seja lá onde for.

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